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segunda-feira, 30 de abril de 2007

O que eu queria era...


O que eu queria era acordar todo dia com vontade de sorrir
O que eu queria era ter uma história nova pra contar
O que eu queria era olhar a felicidade dos outros e ficar feliz também
O que eu queria era fazer brotar a semente da verdade que esta dentro de mim, colocando em prática tudo que eu acredito
O que eu queria era voar tão alto quanto os sonhos que tenho no coração
O que eu queria era amar sem a preocupação em ser feliz
O que eu queria era ter a credibilidade para dizer eu te amo pra qualquer pessoa sem ser olhada esquisito
O que eu queria era que o mundo fosse melhor, mas que não fosse como eu quero se não nada me serviria viver
O que eu queria era não ter mais que dizer eu te amo por telefone pra minha mãe
O que eu queria era não ter mais medo de acreditar
O que eu queria era acordar bem e terminar o dia bem
O que eu queria era ver meus amigos terem muito sucesso na vida e mesmo assim continuar perto deles
O que eu queria era conseguir fazer as pessoas acreditarem também
O que eu queria era mudar as coisas ruins sem mexer nas boas
O que eu queria era aplausos merecidos
O que eu queria era sofrer por problemas reais sempre
O que eu queria era ter sempre lágrimas quando precisar
O que eu queria é ter sempre a coisa certa a dizer pra quem merece
O que eu queria era saber quem merece
O que eu realmente queria era descobrir que eu não quero mais nada do que eu já tenho

ADMIRAÇÃO

Te conto o que é pecado
Se me dizer o que deixou de fazer
por estes dias
Te mostro o que é o amor
Mas me fale do amor próprio

Tem dias que pensamentos me tomam
E muitos, acredito de verdade
Acho que sou viva por isso
Por causa da minha realidade

Esta poderia ser uma conclusão simplória
Mais um entre muitos pensamentos tolos
Só que ele se encaixou tão bem
Que resolvi guardar como tesouro

ADMIRAÇÃO
Já pensou o porquê do amor?
E do ódio também?
Então pense nesta palavra
E descubra o que eu já sei

UM EU SEM FOCO


Tenho foco como tenho asas, gostei da vida desde que nasci e dei meu primeiro grito de alegria, pensaram que foi choro, enganei todos eles, estava eu lá, gargalhando histericamente porque já vim pro mundo exagerada.

O morno e o insosso jamais me atraíram. Não tenho asas, nem tenho foco, mas quanta imaginação! Tanta, que cutuca meu coração quando algo cai no igual. Incomoda sim, mas o incomodar faz parte do gozar a vida.

Vou de pé porque sentada não vejo nada, sou pequena demais pra sentar e grande demais pra perder as experiências. Sou mais, sou eu, não sou mais eu, pois assim teria um foco e perderia todo o resto.

Parece antagônico viver sem foco e não gostar do meio, sendo que o foco é algo certo e o meio denota a falta de certeza, mas pense, o antagonismo é atrativo novo garantido.

Só quero não perder algo por culpa de uma explicação, o conhecimento mal feito atrapalha a sabedoria. Fico sem fazer nada sempre tendo o que fazer. Vou tocar o mundo com as mãos e deixar de lado as luvas.

Vim de perto e quero ir longe, estou aqui e logo ali, lá, acolá. Vou agora porque amanhã posso querer ficar. Eu nasci assim gargalhando histericamente.